Pelo envelhecimento saudáveldo Rio Grande do Sul
Nasceu em Pelotas e, aos 3 anos, foi morar em Cachoeirinha (Grande POA), numa fazenda estação experimental do IRGA onde o pai trabalhava, enquanto a mãe dava aula na Escola Agrícola CADOP ao lado.
Cursou o final do primeiro grau e o Magistério, e entrou na Invernada Tiro de Laço do Colégio.
Integrou a Invernada Artística do CTG Sinuelo do Sul, do Colégio Pelotense, a convite — e lá foi primeira prenda.
Voltou a estudar na antiga ETFPel, no curso noturno de Edificações, e trabalhava como professora nas Escolas do Cerro do Estado e Elberto Madruga.
Aprovada em concurso para o Curso de Desenho Industrial. Fez Especialização em Educação (UCPel) e Mestrado em Memória e Patrimônio (UFPel).
Na ETFPel, hoje IFSul Campus Pelotas, responsável pela parte de materiais, patrimônio e área física, além de lecionar diversas disciplinas ao longo dos anos.
Aposentou-se e foi em busca de voluntariado: atuou no Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Pelotas e é integrante do Rotary Club de Pelotas e do Grupo de Escoteiros Itapuã – 98 RS, do IFSul.
Há dois anos participa da organização e é palestrante nos eventos do Fórum e paralelos. Filha de um guerreiro de 83 anos, defende a causa do idoso — muitas vezes invisível — e pretende atuar também pelos produtores rurais, pelas mulheres e pela educação.
Os idosos estão sendo esquecidos, e alguém precisa ter coragem para falar sobre isso. Sou a professora Cláudia e decidi levantar uma bandeira que poucas pessoas defendem: a proteção e a dignidade de quem já deu tanto pelo nosso estado.
Envelhecer não é um problema — é um triunfo sobre a morte. Por isso, o Rio Grande do Sul precisa se preparar para um envelhecimento saudável, com investimento, cuidado e respeito de verdade, não promessas.
Essa pauta precisa chegar à Assembleia Legislativa. Quero ser a voz de quem, muitas vezes, não é ouvido — lutando por dignidade, segurança e saúde para os idosos gaúchos.
Quem cuidou de nós merece ser cuidado.
O RS é um estado agrário por vocação e o gaúcho um campeiro por devoção. É urgente a defesa das propriedades rurais, de nossos produtores e agricultores. Chega do discurso que agro é ruim, é tóxico e outras imensas besteiras. O Agronegócio alimenta, desenvolve enriquece este estado desde os primórdios.
AS altíssimas taxações, impostos injustos, leis ambientais descabidas, fiscalização deficiente e tendenciosa, os preços injustos com a constante importação, só compromete nosso estado.
O fenômeno do envelhecimento chegou ao acampo antes que nas cidades, na região sul a maioria dos produtores tem mais de 60 anos. Nossos governantes foram incapazes de manter os jovens no campo, por falta de políticas públicas, incentivos, educação, valorização do homem dos campos e outras mazelas.
Os serviços ineficientes de telefonia, de internet e principalmente de fornecimento de energia elétrica atinge nossos produtores. Muitos acabam por desistir, abandonar, após perderem uma produção leiteira, ou safras em função que a falta de luz deixa o gado acessar a plantação. E os outros serviços os deixam isolados em seus campos.
Por estarmos envelhecendo necessitamos de um atendimento de saúde que vá ao campo. Unidades móveis poderiam circular por nosso campo fazendo uma vigília constante de saúde preventiva, vacinas e atenção básica.
Sou filha de um produtor de 83 anos, lúcido, ativo e que enfrenta esta realidade, ou seja, vivo na minha família estes problemas.
Sem os produtores rurais comeremos o que?? Chips de computador??
Dia 08 de março foi instituído pela ONU em 1975 como o Dia da Mulher, para a reflexão sobre as lutas, direitos, conquistas e homenagear as muitas mulheres que perderam a vida nesta luta.
Somos muitas, estamos ocupando quase todos espaço no mundo. Somos professoras, cientistas, presidentes, e profissionais dos mais diversos níveis e profissões.
Somos a maioria no mundo e envelhecemos melhor, pois a maior população de idosos é feminina.
Chegamos lá?? Não, estão nos matando aos milhares, não se vê efetividade no cumprimento das leis. Na maioria das vezes nos matam por que dizemos NÃO, não quero, não aceito e nossa sociedade não aceita os nãos das mulheres. Se reclamamos somos chamadas de surtadas, egoístas, mas na realidade somos vítimas.
E não falo das mulheres que são oprimidas em muitos países que não podem estudar, trabalhar ou mesmo mostrar seu rosto. Não falo em locais que as mulheres são mutiladas... falo daqui, Brasil.
O número de feminicídios é alarmante, as medidas protetivas não protegem, a justiça é lerda e as mulheres estão perdendo suas vidas.
A violência se manifesta de diversas maneiras. Uma bastante comum é a violência emocional, onde a vítima é vigiada, afastada de seus familiares, de seus amigos e até proibida de ir e vir, sendo diminuída emocionalmente, atacada constantemente em sua autoestima. O agressor, se questionado, diz que a mulher é louca, surtada e segue sua rotina de matar por dentro. Essas mulheres normalmente carregam feridas eternas se conseguem sobreviver e escapar deste ciclo. E não falo porque li a respeito, falo pp vivi na carne...e falo para mulheres tomarem coragem e romper essas correntes. É difícil?? É! Mas é possível. Lembrem sempre que uma guerreira se ajoelha para rezar e levantar mais forte.
Aliada, muitas vezes à violência emocional, como no caso, temos a violência patrimonial, onde o agressor passa a subtrair seu dinheiro, seus bens, adotando a atitude que tudo pertence a ele.
Não é incomum, mulheres inteligentes, com vidas estruturadas, famílias unidas que num momento de fragilidade caem neste golpe de um homem que não devia ser chamado de homem, sim de monstro.
As famílias quando não botam limites nos seus filhos, onde tudo pode e não se ensina a importância de um não, geram pessoas egocêntricas, incapazes de se colocar no lugar do outro, sem empatia e que não sabe ouvir um não. Quando criamos nossos filhos, um dos valores mais importantes a ensinar é o respeito.
Homens que não respeitam o próximo, que não tem empatia (nada ver com psicopatia), agridem animais, idoso e suas companheiras, justificando a agressão à mulher com ciúmes, sentimento de posse onde bater é normal e matar é próximo passo, muitas vezes chegando a extremo de matar os próprios filhos.
As mulheres devem refletir.... Devemos eleger mulheres que defendam nossa causa. O legislativo é majoritariamente de homens. E as leis, nem de longe nos favorecem.
Vote em mulheres que defendam mulheres efetivamente.
Uma filha deve ser crida para ter autoestima elevada, para não se envolver em relacionamentos abusivos, ser independe financeiramente e ativa politicamente para defender seus direitos.
Temos direito de estudar, de votar, de andar livremente...porque ainda nos matam? Que sociedade doente criamos?? Que herança deixaremos para nossas filhas e netas??? Está na hora de adotarmos posições duras, exigirmos nossos direitos, e cobrar efetividade e agilidade da polícia, legislativos e judiciário.
O desrespeito aos direitos das mulheres na política manifesta-se principalmente através da violência política de gênero, que visa excluir mulheres de espaços de poder e decisão, e do desmantelamento de políticas públicas que promovem a igualdade e o empoderamento feminino. Esses desrespeitos incluem ataques pessoais, assédio, desqualificação, negação de recursos e impedir a participação política de mulheres, especialmente negras, LGBTQIA+ e de classes sociais menos favorecidas. Essa violência prejudica a representatividade e a democracia, afetando as oportunidades de emancipação e o avanço das mulheres na sociedade.
Sub-representação Política: A violência e a falta de apoio levam a um menor número de mulheres em cargos de poder, afetando a representatividade na sociedade.
Prejuízo à Democracia: A exclusão das mulheres da política enfraquece a democracia e a participação cidadã.
Impacto na Emancipação Feminina: A diminuição das políticas públicas afeta diretamente a capacidade das mulheres de se empoderarem e progredirem socialmente.
Mulheres em geral que buscam participação política, desde candidatas até detentoras de mandato.
Mulheres negras, LGBTQIA+ e de classes sociais menos favorecidas, que enfrentam barreiras adicionais e maior invalidação.
Fortalecer políticas públicas: Reivindicar e garantir a continuidade e o aprimoramento de políticas que promovam a igualdade de gênero.
Combater a violência política: Denunciar e punir os atos de violência contra as mulheres na política, reconhecendo a violência política como um crime.
Apoiar movimentos sociais: Valorizar e fortalecer a participação de organizações feministas e movimentos sociais na defesa dos direitos das mulheres.
Os quatro eixos estruturantes das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil são: Garantia da Aplicabilidade da Lei Maria da Penha, Ampliação e Fortalecimento da Rede de Serviços para mulheres em situação de violência, Garantia da Segurança Cidadã e Acesso à Justiça, e Garantia dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, além do Enfrentamento à Exploração Sexual e ao Tráfico de Mulheres. Estes eixos buscam garantir direitos, oferecer assistência, prevenir novas violências e promover uma cultura de respeito e igualdade.
Nesta data se comemora uma população que cresce a cada dia e já representa quase 30% de nossa população.
Tenho certeza que você já viu uma plaquinha no ônibus ou no metrô reservando alguns assentos para pessoas idosas. Já reparou nisso? Isso acontece para facilitar a vida das pessoas mais velhas. Desde 2004 o Brasil tem leis muito boas para proteger os idosos. Essas leis fazem parte do Estatuto do Idoso. Outros exemplos: desconto de 50% nas atividades culturais, de lazer e esportivas; programas nos meios de comunicação com conteúdos culturais e educativos sobre o processo do envelhecimento; penalidades para quem mostrar imagens que desrespeitem as pessoas mais velhas ou para quem abandonar os idosos sem assistência.
No dia 1º de outubro se comemora o Dia Internacional do Idoso, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Você sabia que a população de idosos não para de crescer? No Brasil, são mais ou menos 30 milhões de pessoas. Daqui a 20 anos, essa população deve dobrar. No mundo inteiro a população está ficando mais velha. Até 2050, o número de pessoas acima de 65 anos será maior do que o de pessoas com menos de 15, nos países mais avançados. E tem mais! Hoje, a expectativa de vida nos países desenvolvidos é de mais ou menos 75 anos e será de mais ou menos 90 anos em 2050.
Pensar na velhice é tarefa de todos, não só dos velhos mas também dos jovens. Quando dizemos que alguém é velho, queremos dizer o quê? Velho pode ser uma palavra carinhosa ou pejorativa. Existe preconceito em relação aos idosos. E onde há preconceito - você já sabe - tem muito desconhecimento. Por um lado, a idade está associada à sabedoria e à experiência. Por outro lado, o velho é visto como uma pessoa frágil e sem autonomia. Até no dicionário podemos notar isso. Há várias formas de se referir a uma pessoa idosa. Veterano, sênior, ancião, coroa, pessoa de idade, longevo, adiantado em anos, avançado em anos. Conforme a idade, o idoso pode ser ainda sexagenário, septuagenário, octogenário, nonagenário ou centenário.
Pensando bem, a velhice é apenas mais uma fase da vida. E uma fase que pode ser bem longa. Hoje em dia muitos países convivem com idosos de diversas gerações. A ONU divide os idosos em três categorias: os pré-idosos (entre 55 e 64 anos); os idosos jovens (entre 65 e 79 anos - ou entre 60 e 69 para quem vive na Ásia e na região do Pacífico); e os idosos de idade avançada (com mais de 75 ou 80 anos).
Você nunca tinha pensado nisso, não é? Com a elevação da expectativa de vida, a chamada terceira idade esticou bastante. Isso aconteceu por vários motivos, mas os principais são os avanços da medicina e as melhorias na qualidade de vida. Se a população está ficando mais velha, também está ficando mais saudável. Há até uma especialidade médica para cuidar das pessoas mais velhas: a geriatria.
Como comemorar o Dia Internacional do Idoso? Lembrando que a gente também vai chegar lá. Aprender a envelhecer faz parte da educação de todas as pessoas. Vamos comemorar com cuidados e atenções, respeito e gentileza, como todo idoso merece. Que tal? Vamos comemorar assim, com doçura e alegria, a vida longa de nossos familiares e conhecidos. Parabéns a eles!
Fonte: educacao.uol.com.br
Idadismo e etarismo são sinônimos que definem o preconceito, a discriminação ou os estereótipos direcionados a pessoas ou grupos com base na sua idade.
Definição: Envolvem pensamentos (estereótipos), sentimentos (preconceitos) e ações (discriminação) ligados à faixa etária de um indivíduo.
Sinônimos: O termo idadismo é a tradução mais direta do inglês ageism (também chamado de ageísmo), enquanto etarismo é a palavra mais popular no Brasil em debates e reportagens.
Abrangência: Embora afete principalmente os idosos (muitas vezes limitando o acesso a empregos, saúde e dignidade), o preconceito também pode atingir os mais jovens, discriminados por suposta falta de experiência.
Mercado de trabalho: Dificuldade de contratação ou de transição de carreira para profissionais mais velhos, ou exclusão de jovens em vagas iniciais.
Infantilização: Tratar pessoas idosas como crianças, usando diminutivos pejorativos ou duvidando de sua autonomia e capacidade tecnológica.
Cultura e mídia: Valorização excessiva da juventude e invisibilidade dos corpos e vivências maduras.
As pessoas idosas possuem experiência de vida que devem ser ouvidas e respeitadas. No estado mais envelhecido do Brasil a importância do voto desta camada da população é imensa.
As pessoas com mais de 70 anos, por lei tem voto facultativo, mas é lindo ver quantos vão exercer este direito. E devemos estimular esta faixa de idade a comparecer nas urnas, para não deixaram decidir o futuro de suas famílias e o seu próprio futuro na mão de outros.
O Fórum Social Mundial da População Idoso, ocorrido na última semana de janeiro de 2026, teve uma tarde no TRE com debates e mesas sobre o assunto. Mediadores e debatedores destacaram que o aumento da longevidade é um ganho da sociedade e que esta camada da população pode trazer de vivências para uma eleição.
O mercado prateado é o ecossistema econômico de produtos e serviços voltados para o público com 50 anos ou mais. Conhecido também como economia prateada ou da longevidade, ele atende às necessidades de uma população que envelhece de forma ativa.
O movimento global iniciou-se no Sebrae e expandiu-se rapidamente.
Aposentados e pensionistas que comparecerem às urnas poderão ter o registro utilizado automaticamente pelo INSS para a comprovação de vida
Uma informação importante para aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS): o comparecimento às urnas nas Eleições 2026 poderá ser utilizado como registro para a comprovação de vida.
A confirmação foi divulgada pelo próprio INSS e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O comparecimento do beneficiário à votação integra os eventos que podem ser utilizados pelo Instituto para verificar se a pessoa continua viva, evitando a necessidade de realizar uma prova de vida exclusivamente para essa finalidade.
A medida está relacionada à sistemática de comprovação automática de vida adotada pelo INSS. O Instituto realiza o cruzamento de diferentes bases de dados governamentais e, entre essas informações, está o registro de comparecimento às eleições.
É importante destacar que quem não comparecer às urnas não terá o benefício bloqueado por esse motivo. O INSS continuará utilizando outras bases de dados para buscar automaticamente a comprovação de vida. O beneficiário somente será chamado a regularizar a situação caso não seja encontrada nenhuma informação que confirme sua vivacidade.
Segundo o INSS, a medida também contribui para reduzir deslocamentos e facilitar a vida de milhões de beneficiários, especialmente idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. Atualmente, a Prova de Vida é realizada prioritariamente de forma automática, por meio do cruzamento de informações disponíveis nas bases governamentais.
O INSS também alerta que aposentados e pensionistas devem ter cuidado com mensagens falsas relacionadas à Prova de Vida. O Instituto não solicita senhas, transferências de dinheiro ou dados bancários por telefone e recomenda que o cidadão utilize somente os canais oficiais, como o Meu INSS e a Central 135.
A informação oficial sobre a utilização do comparecimento eleitoral como prova de vida pode ser consultada nos canais do INSS e do TSE.
Fonte: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O presidente do Progressistas de Pelotas, Paulo Gastal, destacou a importância de Pelotas contar, nas eleições deste ano, com uma candidatura comprometida com as pautas e os direitos da população idosa. Para ele, a presença da Professora Cláudia na disputa representa uma oportunidade de ampliar o espaço de debate sobre o envelhecimento e as políticas públicas voltadas à terceira idade.
“É muito importante termos uma candidatura de Pelotas que coloque o idoso no centro do debate. Precisamos falar sobre envelhecimento saudável, saúde, qualidade de vida, segurança, respeito e, principalmente, sobre políticas públicas que garantam dignidade para quem dedicou uma vida inteira à construção da nossa sociedade”, afirmou Paulo Gastal.
Segundo o presidente do PP, a candidatura da Professora Cláudia também contribui para levar as demandas de Pelotas e da região para uma discussão mais ampla no Estado. A proposta é fortalecer uma agenda que reconheça o crescimento da população idosa e a necessidade de preparação do poder público para essa nova realidade demográfica.
“É uma candidatura que nasce em Pelotas e que tem uma pauta muito clara. A Professora Cláudia conhece a nossa realidade e tem uma bandeira importante, que é cuidar de quem cuidou da gente. Ter alguém disposto a defender essa causa e levar essas demandas para a Assembleia Legislativa é muito relevante para a nossa cidade e para toda a região”, ressaltou Gastal.
Para o dirigente partidário, a discussão sobre o envelhecimento precisa deixar de ser tratada apenas como uma questão assistencial e passar a envolver também saúde preventiva, mobilidade, inclusão, convivência, autonomia e qualidade de vida.
“A população está envelhecendo, e o poder público precisa estar preparado. O idoso precisa ser ouvido, respeitado e ter suas necessidades transformadas em políticas públicas. Por isso, considero muito importante termos uma candidatura de Pelotas que assuma essa pauta com clareza e compromisso”, concluiu Paulo Gastal.
A ABRACS – Associação Brasileira do Cidadão Sênior convida para a inauguração de seu novo espaço em Porto Alegre, sob o tema “Um novo espaço para um novo tempo”.
“A longevidade está transformando o mundo. Porto Alegre abre espaço para essa transformação”, destaca o convite. O evento “Conexão Longevidade & Negócios” acontece no dia 5 de outubro, segunda-feira, das 18h30 às 20h30, no Shopping Total, 2º andar, Sala Off 2203, com coquetel de recepção.
Confirmações podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 98171-9877 ou (51) 99115-2090, ou pelo QR Code do convite.
Fonte: ABRACS – Associação Brasileira do Cidadão Sênior (abracs.org.br)
A ABRACS realiza o evento “O Futuro Pertence a Quem Se Reinventa”, um encontro para a geração 50+, no Shopping Total, em Porto Alegre/RS.
No dia 5/10, das 14h às 17h, a programação inclui Pocket Palestras, Balcão de Negócios, sorteios e brindes. No dia 6/10, o evento conta com a participação de Senac, Fecomércio, IFEP, Sesc e sindicatos empresariais, com uma atividade sobre golpes digitais.
Confirmações de presença podem ser feitas pelo QR Code do convite ou pelo WhatsApp (51) 98171-9877.
Fonte: ABRACS – Associação Brasileira do Cidadão Sênior (abracs.org.br)
A ABRACS convida para a inauguração de sua Sede Regional no Rio Grande do Sul, com coquetel de recepção e apresentação do novo espaço.
“Convidamos você para celebrar este novo capítulo da longevidade no RS. Um espaço para se conectar, aprender e reinventar”, diz o convite. O evento acontece no dia 05 de outubro de 2026, a partir das 18h, no Shopping Total – 2º andar (Sala Off e Espaço ABRACS), em Porto Alegre.
Confirmações devem ser feitas até 02/10, pelo WhatsApp (51) 98171-9877 ou pelo QR Code do convite.
Fonte: ABRACS – Associação Brasileira do Cidadão Sênior (abracs.org.br)